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Cepa indiana deve agravar 3ª onda e requer vacinação

Postado em 25 de maio de 2021 por

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*Fonte imagem : Foto Arquivo*


Brasília – Muito perto de o Ministério da Saúde registrar 450 mil mortos por COVID-19, o Brasil corre o risco de enfrentar uma terceira onda da pandemia, em razão de outra variante do novo coronavírus. A B.1.617.2, nova cepa do coronavírus, chegou ao Brasil por navio. Tem origem na Índia, país com maior predominância desse tipo viral. A mutação, somada à vacinação lenta no país, pode levar a mais um período crítico, com possível aumento de mortes e casos da doença respiratória e a sobrecarga do Sistema Único de Saúde (SUS). A gravidade da cepa requer novas medidas de combate à trasmissão, como alertam infectologistas.

Na quinta-feira da semana passada, o governo do Maranhão confirmou a primeira infecção pela nova variante do coronavírus no país, até então inédita. A vítima é um indiano de 54 anos, tripulante do navio Shandong da Zhi, vindo da África do Sul. O governador Flávio Dino (PT-MA) demonostrou preocupação com a variante indiana, ao rebater o presidente Jair Bolsonar (sem partido), que o chamou de “gordinho ditador do Maranhão”, ao condená-lo pelas restrições santitárias impostoas no estado. Dino disse que a postura do presidente é deplorável e denota “carência afetiva” nas recentes manifestações que o próprio presidente convocou pelo país em seu apoio.

A B.1.617 é quarto cepa do coronavírus a receber o sinal de “Variante da preocupação” pela Organização Mundial da Saúde (OMS). As outras que receberam o mesmo alerta foram: P1 (predominante em Manaus), B.1.1.7 (Reino Unido), e B.1.351 (África do Sul). O boletim Infogripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), publicado na última sexta-feira, alerta que sete estados brasileiros apresentam sinal de crescimento da pandemia no curto prazo. São eles: Amazonas, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Tocantins e Rio de Janeiro, além do Distrito Federal.

FONTE: ESTADO DE MINAS

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